Quero agradecer também a todas as pessoas que me incentivaram a publicar isso (sim, elas sabem quem são), sem elas, eu não teria feito nada.
Mas fiquem animados, estou com um projeto para uma nova fic... Se quiserem deixar seus tweets ou emails, para que depois eu posso avisar, fiquem a vontade nos comentários e obvio, não esqueçam de comentar sobre o que vocês acharam de Somedays Stay Gold e do que vocês mais vão sentir saudades.
E se quiserem falar comigo também, estou sempre no twitter. ;)
Mais uma vez, obrigada... Não vou escrever um testamento porque eu sei que vocês estão curiosos para ler. Beijos e até a próxima. ;)
Nota 2: Coloquem Finally Found You - Enrique Inglesias para tocar quando eu disser e deixem tocar até o final do capítulo. ;)
Deitamos no capo do carro. As estrelas pareciam bem mais brilhantes do que aquela vez.
-Aquela vez, nós viemos como amigos. Hoje como marido e mulher. Elas devem ter gostado disso... Por isso estão mais brilhantes. - ele disse explicando sobre a minha observação.
-Eu me pergunto da onde você tira essas ideias? Me diz o que você bebe?
-Chá! - ele sorriu e virou para me beijar.
Não precisava de resposta, o beijo dele já foi uma. Ele estava completamente feliz.
E eu? Era exatamente isso que eu pedia a Deus quando rezava. Não o casamento. Rezava pedindo para ser incondicionalmente feliz. E ele me trouxe a unica pessoa na face da terra que podia realizar o meu sonho. Aquele que eu tinha certeza que daria a vida por mim e pela minha felicidade.
-Sabe? Ta faltando alguma coisa hoje! - eu disse.
-A lasanha. - ele disse inocente.
-Também! Mas ainda é outra coisa.
-Hum... Ta mesmo. Tira esse casaco e deixa eu ver o seu vestido.
-Seu bobo. - nós rimos juntos.
(Play)
Levantei do capo e fui para dentro do carro. Liguei a musica alta.
Comecei a dançar olhando para ele e, fato, tirando o casaco.
Ele ria demais, descendo do capo e vindo até mim.
Ele me puxou com força e dançamos grudados.
-Cuidado, Nathan! Senão você vai machucar ela sério hoje. - disse rindo.
-Ela?
-É, eu quero que seja ela, né?
-Do que você está falando? - perguntou confuso.
Nathan era meio lento! Uma pessoa normal já teria entendido, creio eu.
-Sabe, nós teremos que inaugurar mais um quarto na nossa casa. - disse colocando as duas mãos na barriga.
Ele ficou uns 5 segundos parado, me olhando, sem ao menos piscar.
-Você... Não... Mesmo?
-Isso foi uma frase? - perguntei rindo.
-Quando você ia me contar?
-Na semana que vem, na festa do seu aniversário. Mas como você quase fez eu tê-la dentro do carro com aquela freada... Então eu acho que é um "parabéns papai"!
Ele me abraçou muito forte e me girou. Riamos de chegar a gritar.
-Eu to muito... - ele começou a dizer, mas não terminou.
-Feliz?
-Não, feliz é pouco. É muita coisa para essa palavra pequena.
Ele tinha razão. Não sabia o que estava sentindo naquela hora. Era a maior felicidade que podia existir.
A música continuou tocando e nós nos movimentando.
-Me pergunto o porque você mandou eu vir com roupa chique para a montanha de novo? - perguntei confusa. - Olha o tamanho do meu salto!
-Tinha que ser parecido com da outra vez. E eu já disse que amo você vestida assim, me deixa doido.
Suas mãos começaram a deslizar pelas minhas pernas e a chegar a minha bunda, levantando meu vestido.
-Sykes, estamos em um lugar aberto. - disse tentando tirar suas mãos.
Ele parou, olhou para esquerda, direita e para trás. Realmente estávamos sozinhos... Só escutávamos a nossa música.
-Ta bom! Estamos sozinhos. - eu ri.
-Eu fico imaginando quando nós formos velhos. - ele disse.
-Ué. Eu pensei que você já me considerasse velha.
-Você não é velha quando está comigo... Eu resolvo esses seus pequenos surtos.
-Hum... Resolve agora então.
Ele me empurrou até me encostar no carro. Puxou minhas duas pernas e me fez sentar de frente para ele. Suas mãos deslizavam por todas as partes possíveis.
-Olha, eu estou realmente me sentindo uma adolescente. - disse a ele brincando.
-Eu disse que resolvo esses seus surtos.
Eu ri e o abracei. Como sempre ele me fazia muito bem, trazia paz. Sentia que estava abraçando parte do meu mundo. Da minha alma... E não sabia dizer o tamanho da minha felicidade.
Talvez fosse maior que o universo...