quarta-feira, 12 de junho de 2013

Capítulo 23 - Forever ♥

Nota: Oie gente. Estou começando a nota no início do capítulo para dizer que esse será o ultimo. Mas, se você está lendo isso é porque você acompanhou Somedays Stay Gold até o final, e eu queria te pedir obrigada. Eu espero que você tenha gostado muuuuito da história.
Quero agradecer também a todas as pessoas que me incentivaram a publicar isso (sim, elas sabem quem são), sem elas, eu não teria feito nada.
Mas fiquem animados, estou com um projeto para uma nova fic... Se quiserem deixar seus tweets ou emails, para que depois eu posso avisar, fiquem a vontade nos comentários e obvio, não esqueçam de comentar sobre o que vocês acharam de Somedays Stay Gold e do que vocês mais vão sentir saudades.
E se quiserem falar comigo também, estou sempre no twitter. ;)
Mais uma vez, obrigada... Não vou escrever um testamento porque eu sei que vocês estão curiosos para ler. Beijos e até a próxima. ;)


Nota 2: Coloquem Finally Found You - Enrique Inglesias para tocar quando eu disser e deixem tocar até o final do capítulo. ;)

Deitamos no capo do carro. As estrelas pareciam bem mais brilhantes do que aquela vez.
-Aquela vez, nós viemos como amigos. Hoje como marido e mulher. Elas devem ter gostado disso... Por isso estão mais brilhantes. - ele disse explicando sobre a minha observação.
-Eu me pergunto da onde você tira essas ideias? Me diz o que você bebe?
-Chá! - ele sorriu e virou para me beijar.
Não precisava de resposta, o beijo dele já foi uma. Ele estava completamente feliz.
E eu? Era exatamente isso que eu pedia a Deus quando rezava. Não o casamento. Rezava pedindo para ser incondicionalmente feliz. E ele me trouxe a unica pessoa na face da terra que podia realizar o meu sonho. Aquele que eu tinha certeza que daria a vida por mim e pela minha felicidade.
-Sabe? Ta faltando alguma coisa hoje! - eu disse.
-A lasanha. - ele disse inocente.
-Também! Mas ainda é outra coisa.
-Hum... Ta mesmo. Tira esse casaco e deixa eu ver o seu vestido.
-Seu bobo. - nós rimos juntos.
(Play)
Levantei do capo e fui para dentro do carro. Liguei a musica alta.
Comecei a dançar olhando para ele e, fato, tirando o casaco.
Ele ria demais, descendo do capo e vindo até mim.
Ele me puxou com força e dançamos grudados.
-Cuidado, Nathan! Senão você vai machucar ela sério hoje. - disse rindo.
-Ela?
-É, eu quero que seja ela, né?
-Do que você está falando? - perguntou confuso.
Nathan era meio lento! Uma pessoa normal já teria entendido, creio eu.
-Sabe, nós teremos que inaugurar mais um quarto na nossa casa. - disse colocando as duas mãos na barriga.
Ele ficou uns 5 segundos parado, me olhando, sem ao menos piscar.
-Você... Não... Mesmo?
-Isso foi uma frase? - perguntei rindo.
-Quando você ia me contar?
-Na semana que vem, na festa do seu aniversário. Mas como você quase fez eu tê-la dentro do carro com aquela freada... Então eu acho que é um "parabéns papai"!
Ele me abraçou muito forte e me girou. Riamos de chegar a gritar.
-Eu to muito... - ele começou a dizer, mas não terminou.
-Feliz?
-Não, feliz é pouco. É muita coisa para essa palavra pequena.
Ele tinha razão. Não sabia o que estava sentindo naquela hora. Era a maior felicidade que podia existir.
A música continuou tocando e nós nos movimentando.
-Me pergunto o porque você mandou eu vir com roupa chique para a montanha de novo? - perguntei confusa. - Olha o tamanho do meu salto!
-Tinha que ser parecido com da outra vez. E eu já disse que amo você vestida assim, me deixa doido.
Suas mãos começaram a deslizar pelas minhas pernas e a chegar a minha bunda, levantando meu vestido.
-Sykes, estamos em um lugar aberto. - disse tentando tirar suas mãos.
Ele parou, olhou para esquerda, direita e para trás. Realmente estávamos sozinhos... Só escutávamos a nossa música.
-Ta bom! Estamos sozinhos. - eu ri.
-Eu fico imaginando quando nós formos velhos. - ele disse.
-Ué. Eu pensei que você já me considerasse velha.
-Você não é velha quando está comigo... Eu resolvo esses seus pequenos surtos.
-Hum... Resolve agora então.
Ele me empurrou até me encostar no carro. Puxou minhas duas pernas e me fez sentar de frente para ele. Suas mãos deslizavam por todas as partes possíveis.
-Olha, eu estou realmente me sentindo uma adolescente. - disse a ele brincando.
-Eu disse que resolvo esses seus surtos.
Eu ri e o abracei. Como sempre ele me fazia muito bem, trazia paz. Sentia que estava abraçando parte do meu mundo. Da minha alma... E não sabia dizer o tamanho da minha felicidade.
Talvez fosse maior que o universo...

domingo, 9 de junho de 2013

Capítulo 22 - We found love in a hopeless place...

Nota: Coloquem When I Look At You - Miley Cyrus para tocar quando eu mandar (agora no início do capítulo) e parem quando eu disser. ;)

(Play)
A noite tentei me vestir o mais arrumada que consegui, segundo Nathan íamos a um lugar chique. Não tinha mais aquele corpo perfeito, mas não era gorda.
-Você não vai me dizer onde vamos não é? - perguntei a ele.
-Você sabe que eu nunca digo. A propósito, você está maravilhosa.
Realmente, ele adorava fazer surpresas e eram sempre as melhores. E é obvio não podia faltar um elogio, sempre perfeito. Essa capacidade ele tinha desde mais novo...
Alguns minutos depois estávamos subindo uma ladeira. Eu conhecia aquele lugar.
-É a nossa montanha! - disse a ele surpresa.
-A 5 anos atrás, aqui foi nosso primeiro encontro. Ainda lembro de você naquele vestido. Eu me apaixonei de primeira.
-Eu sei...
-Sabe?
-A sua cara de bobo quando eu tirei o casaco. Foi ótima.
-Tinha uma mulher linda fazendo strip na minha frente. Eu não sou de ferro.
-Tinha é? - perguntei rindo. - E como é que ela está agora?
-Ela ta um espetáculo. Tanto que a pedi em casamento dois meses depois.
-Interessante não? - eu estava debochando. Mas ele não estava nem ligando.
-Eu me apaixonei mesmo. Hoje eu sou casado com ela, temos um filho lindo e eu olho para o céu todos os dias e agradeço a Deus por ele ter trago ela de tão longe para mim. Ela veio do Brasil sabe? Eu acho que... Eu fui um homem de sorte.
Parei de debochar. Ele tinha conseguido me afetar.
Estendi minha mão e ele a segurou.
-Quando eu comecei a vir a Londres eu nunca pensei que iria encontrar o homem da minha vida. Eu sempre disse que não queria me casar, não era uma pessoa muito confiante nesse negócio de amor, mas ele mudou completamente a minha forma de ver o mundo. Ele alegra meus dias. Ele faz eu me sentir viva de uma maneira que eu não sei explicar... Quando eu to longe dele, é como se não existisse felicidade. No nosso casamento eu disse até que a morte nos separe, mas eu não quero me separar nunca dele. Quero ficar ao lado dele pela eternidade.
(Parar)
Ele freio o carro bruscamente...
-Você ta doido? - perguntei assustada, olhando para a frente e me perguntando o porque da freada, mas não via nada. O sinto de segurança me fez uma forte pressão na barriga. - O que houve?
-Eu queria fazer isso...
Ele me puxou para um beijo, que durou mais ou menos uns 20 minutos. Sua mão começou a deslizar, abrindo meu casaco... Soltei o sinto de segurança e fui para o seu colo.
-Amor, o carro... - ele tentou dizer.
-O que?
Continuei beijando seu pescoço e minhas mãos indo para dentro da sua blusa, acariciando seu peitoral.
-Amor... Para! O carro ta ligado! Nós estamos em uma ladeira! Para! - ele gritou.
Saltei rápido de cima de seu colo e instantaneamente comecei a rir.
-Você é maluco, Nathan Sykes. Freio de mão existe, sabia? - disse ainda rindo.
-Mas você quem começou... E você acha que o freio de mão ia segurar a gente? - ele perguntou com um tom safado.
-Você me agarrou primeiro! Nem venha... Segurava sim, você é que foi frouxo.
-Está reclamando porque eu mandei você parar? - ele disse já acelerando.
Mas fiquei em silêncio, o deixando sem resposta.
-Não se preocupe, amor. Vou te recompensar por isso. - ele piscou.
-Não quero mais. - fiz birra.
-Eu sei que você quer... Você adora e posso apostar que não vive sem.
Começamos a rir descontroladamente.
Chegamos no topo da montanha, ele parou o carro e ficou me olhando.
-Que foi? - eu perguntei.
-Eu te amo demais, só isso. - ele me disse.
-Eu também te amo muito.


Nota: Oie gente... Esse capítulo ta meio pequeno, né? Mas eu espero que vocês tenham gostado e quero dar uma notícia não muito feliz para algumas pessoas. Esse foi o penúltimo capítulo de Somedays Stay Gold. :S
Até o próximo e ultimo capítulo e não deixem de comentar. ;)

terça-feira, 4 de junho de 2013

Capítulo 21 - Our family start...

Com 7 meses eu quase não aguentava andar. Era como se tivesse carregando uma sacola muito pesada, que de preferência estava em minha barriga. Nem meu aniversário havia comemorado direito... Todas as comidas que colocavam na minha frente me davam enjoo.
Nathan e eu vivíamos em uma constante discurssão de nomes para o bebê e de como ele seria. Por fim, não chegávamos a um acordo.
-Amor, ele vai ter cabelo cacheado. - ele disse animado.
-Eu sei. Que seja moreno claro igual o seu.
-Não. Eu prefiro o seu moreno escuro.
-E se ele for loiro? - perguntei rindo.
-Vai ser lindo do mesmo jeito.
-Pelo menos os seus olhos ele tem que ter. Ele vai ser lindo com os seus olhos verdes azulados.
-Verdes azulados? - ele riu. - Mas da onde você tira essa cor?
-Não ria de mim. Eu já disse para você reparar os seus olhos...
-Não dá pra fazer isso.
-Eu já te expliquei, não dá para definir uma cor certa. Dependendo do ambiente e de tudo o que te cerca...
-Ta. Não comece com isso. Eu já entendi. - ele disse sorrindo.
-Não fica assim por causa do verde azulado.
-Assim como?
-Com essa cara de bebê emburrado... O seu filho vai ser lindo com o verde azulado ou com o azul esverdeado, tanto faz.
-O que? - ele não parava de rir. - O que o médico ta dando para você tomar?
Ríamos até ficar sem ar, mas na verdade eu queria que o nosso filho fosse todo ele. Todas as feições dele eram perfeitas para mim.
....
....
-Nathan, você quer parar de correr pela escada com esse menino! Vocês vão acabar se machucando! - eu gritei.
Eles ficaram em silêncio. Tentei apurar os ouvidos para ver o que eles estavam aprontando.
James estava com 5 anos e adorava correr pela casa. Influência do pai que parecia ser mais criança que ele.
-Mãe, o papai disse que você é velha.
Olhei para o corredor. Ele estava na sala rindo do que James tinha acabado de dizer.
-É essa influência que você dá para o seu filho? - eu perguntei indignada.
-James vai lá em cima e pega o desenho que você fez para a mamãe ver. - ele disse entrando na cozinha.
James obedeceu.
-Nathan, a escada!
Tentei passar por ele, que colocou o braço na minha barriga, me impedindo de continuar. Com 3 anos, James tinha caído da escada e por sorte não havia sido nada grave, mas eu redobrava a atenção até a escada ser de um tamanho proporcional a ele.
-Ele vai conseguir subir e descer. Eu estava ensinando ele ontem. Confia... Ele ta crescendo mais rápido do que você pensa. - ele disse ainda me segurando.
Não pude negar que fiquei nervosa, mas resolvi deixar e me virei. Ele veio e me abraçou por trás.
-Sabe, minha mãe se ofereceu para ficar com ele hoje. - ele disse beijando meu pescoço.
-Por que?
-Tava pensando que nós podíamos dar uma volta... O que você acha? - suas mãos deslizavam para dentro da minha blusa.
Eu as empurrei, retirando-as de lá e virei de frente para ele.
-Para de ensinar o seu filho a falar que eu sou velha. - disse dando um tapa em seu braço.
-Mais você é a velha mais linda de todas.
Ele disse descendo com as mãos pela minha perna. Em questão de segundos eu estava sentada no balcão da pia.
Suas mãos massageavam a minhas coxas e iam até a minha bunda, ele voltou a beijar meu pescoço. Fechei meus olhos por uns segundos, aquilo me relaxava de uma maneira surpreendente, mas olhei para frente e lá estava James, nos olhando com uma cara assustada.
Empurrei Nathan com toda a minha força.
-Meu amor, você subiu e desceu a escada rápido. - eu disse indo em sua direção.
-O papai me ensinou a ir segurando no corrimão. Mas o que vocês estavam fazendo, mãe?
-Nos beijando filho. - Nathan disse.
-Para que? - James perguntou.
-A sua mãe e eu nos amamos... É por isso que nos beijamos.
-Ah, eu nasci do beijo pai?
Olhei para Nathan estreitando meus olhos e voltei para ele.
-Porque você pensa isso, meu filho? - perguntei confusa.
-Papai disse que eu nasci do amor de vocês e vocês estão se beijando porque se amam.
-Ah, é bem... Inteligente a sua teoria. - disse voltando ao Nathan tentando segurar o riso. Mas ele sorriu e foi mas rápido que eu:
-Não filho, você não nasceu do beijo.
-Então eu vim da onde, pai?
-Err... Deixa eu ver seu desenho, filho. - puxei de leve o desenho da mão dele.
Olhei para Nathan com medo da próxima pergunta que podia vir... E ele respondia todas elas com a verdade. Isso me deixava meio... Espantada.


Note: Oie gente... Esse capítulo é mais um dos meus favoritos. Vocês devem adivinhar o porque, né? Espero que tenham gostado e não deixem de comentar. Beijos e até o próximo capítulo.