Nota: Olá gente! Estou de volta!
Bem, queria me desculpar pois tive problemas com o meu computador (ele queimou) e fiquei impossibilitada de postar mais capítulos. Porém. o que um computador novo não faz né? haha
Estreie ele postando fic para vocês...
Espero que gostem do começo dessa 2º temporada que promete muitas emoções. E, prometo que em menos de uma semana, o segundo capítulo estará saindo para vocês.
Beijos e boa leitura! ;)
Aline's POV
O Brasil não havia mudado nada quando voltamos, porém, tínhamos vontade de ficar em Londres para sempre.
Carol porque amava a cidade e tinha certeza q ela sentiria falta de Nathan e eu, pelo motivo mais obvio, Max.
Desde que pisei no Brasil, não parei um minuto de trocar mensagens pelo celular com ele.
-Larga esse celular e presta atenção. Estou falando com você. - disse Carol enquanto almoçávamos juntas.
-Estou falando com o Max. - argumentei.
-Isso eu já sei... Cruzes. Não deve deixar nem o homem tomar banho.
Peguei o açucareiro que estava em nossa mesa e virei todo o conteúdo em seu suco.
Ela ficou de boca aberta, espantada.
-Para você ficar mais doce, sua azeda. - expliquei.
-Eu vou te bater, sua puta. - ela falou, mas não pode evitar sorrir.
-Viu? Açúcar é efeito rápido. - sorri debochada.
-Vai me pagar outro suco.
-Com todo o prazer.
Sorrimos.
-Max disse que Nathan terminou o namoro com a nojenta e que você acertou Um Amor Para Recordar na cabeça do Nathan.
-O que? - ela levantou a sobrancelha.
-O livro que você acertou no Nathan. Irônico não? Max disse que tinha uma gotinha de sangue nele. Eu já disse que algum dia vocês vão se matar?
-Uma pena que ele não morreu. - ela disse mal humorada.
Olhei o açucareiro, ela direcionou seu olhar para onde o meu estava e agarrou seu copo de suco novo que ela havia acabado de pedir.
-Nem pense nisso. - ela brincou.
-Nathan terminou o namoro!! Acorda! É a sua chance!! Ou ainda está pensando em Henrique?
-Não estou pensando em ninguém, Aline. E problema é dele... O que é? Vossa Alteza não sabe ficar sozinho?
-Ain, Carolina! Porque é tão cabeça dura?
-Não quero saber do Nathan... Ponto final. Vamos comer e encerrar essa conversa?
Resolvi não insistir... Ela ia ter que ceder. Eu e Max faríamos de tudo para juntar os dois e ao que me parecia, segundo Max tinha falado, Jay estava conosco nessa.
Eles iam ter que aceitar que se amavam e nós não íamos desistir.
...
Carol's POV
Os meses iam passando, com Aline cada vez mais chata me lembrando que Nathan estava sozinho.
-Ta, e dai, Aline? Problema é dele... Que se foda.
-É difícil acreditar que você não liga. - ela disse.
E Aline estava certa... A medida que ela falava, mas eu tinha vontade de ligar para ele e falar tudo o que acontecia.
Porém, meu orgulho sempre falou mais alto do que eu.
Setembro passou voando...
Outubro tão rápido quanto veio...
Foi em Novembro que recebi uma noticia que havia acabado com meu humor.
-Porque você tem que se mudar para Londres? - perguntei a Aline nervosa.
-Você sabe porque amiga, não aguento ficar longe de Max.
-Mas a turnê ainda não acabou... Ele não esta em Londres.
-Carolina, é mais fácil ele se deslocar para Londres de onde estiver do que para o Rio de Janeiro.
-Não acredito que você vai me abandonar assim... - disse fazendo bico.
-Pode parando de drama. Vamos nos falar sempre.
-Não é a mesma coisa.
-Me desculpa, amiga. Sinto tanta falta dele. - ela abaixou sua cabeça, cabisbaixa.
Senti pena de minha amiga... Era tão ruim ficar distante da pessoa que faz nossa vida ter sentido.
-E quando você vai? - perguntei suspirando.
-To só esperando a transferência do escritório terminar. Provavelmente semana que vem.
-Boa sorte, amiga. Sentirei sua falta. - eu a abracei.
-Te ligarei todos os dias, prometo.
-Certeza?
-Sim, porque? - ela arregalou os olhos.
-Porque eu não vou te ajudar a pagar sua conta telefônica não.
Rimos.
-Piadista! - ela disse me empurrando de lado.
...
Danielle's POV
Passaram-se meses em que não falava com Nathan.
Nosso namoro tinha realmente terminado.
Com essa noticia, Henrique ficou desesperado.
-É caminho livre para ele e Carolina! - ele disse.
-E o que você quer que eu faça?
-Problema é seu, Danielle, traz ele de volta. Faz o que tiver que ser feito mas volte a namorar com ele.
-E você que devia estar atrás dela... Está fazendo o que de importante?
-Carolina saiu comigo, mas eu perdi essa batalha a muito tempo. Não vamos ter mais nada.
-Você é um frouxo mesmo. E o que vai fazer?
-Tirar meu time de campo. - ele disse suspirando. - Você é a minha última esperança.
-Farei o que estiver ao meu alcance.
...
Uma semana depois de nossa conversa, a oportunidade que eu tanto esperava, apareceu.
Nathan iria passar uma noite em Londres para depois seguir para a Escócia.
Me vesti com a minha melhor roupa e o mais sexy que podia.
Nathan não ia resistir a tanta pressão.
Peguei um táxi chegando ao seu prédio.
Toquei a campainha e ele apareceu minutos depois atrás da porta.
Nathan estava com seu óculos de leitura, segurando uma xícara e vestindo apenas uma calça de flanela cinza.
-Te atrapalho? - perguntei com um sorriso inocente.
-Não esperava ver você. - ele disse.
-Eu preciso muito falar com você.
-Por favor, entre.
Sempre educado, sempre um príncipe e devo acrescentar que nunca havia reparado o quanto Nathan fica gostoso de óculos de nerd e calça larga.
Ele largou a xícara em cima da mesa.
-Você aceita chá?
-Não, Nathan. Obrigada.
-Olha, Dani, eu quero te pedir des...
-Não, Nathan. Eu que tenho que te pedir desculpas. - o interrompi - Você e Carol tiveram uma história e não podem se distanciar assim. Amizade é muito importante.
Ele baixou a cabeça e suspirou, o que foi a oportunidade para eu continuar.
-Eu te amo e não devia ter terminado nosso namoro... Sinto tanto a sua falta, bebê. - falei acariciando seu braço.
-Eu te entendo, Dani. Você é a pessoa que mais tem me ajudado e... Briguei com a Carol de novo.
"Maravilho isso" pensei.
-Porque? O que houve? - perguntei me fazendo de chocada.
-Ela mentiu sobre estar com Henrique no restaurante.
-Muito mal da parte dela.
"Facilitando as coisas para mim? Vai ser melhor do que eu pensava."
-Sim... Por isso que eu acho que eu te devo desculpas. Você sempre me apoia e eu, bem, te deixo de lado por causa dela. Me sinto mal por isso.
"Essa é a hora".
Nathan estava se sentido culpado e esse era um dos sentimentos que mais faziam os seres humanos se enganarem. Culpa, pena.
-Nathan... - comecei me aproximando mais ainda dele no sofá. - Eu te perdoo, e quero que me perdoe também, por questionar o quanto você gosta de mim.
-Esquece, Dani! Foi besteira.
Segurei seu pescoço e o beijei, indo imediatamente para seu colo.
Ele me empurrou devagar, dizendo:
-Dani, acho melhor irmos com calma.
-Não quero calma Nathan! Senti sua falta!!
Voltei a beijá-lo e minhas mãos deslizavam por seu peitoral e sua barriga, até chegar a barra de sua calça.
Nathan suspirou, e me empurrou de leve tentando resistir.
Tirei minha blusa e sutiã tão rapido que até eu duvidei que havia feito isso sozinha.
Nathan respirou fundo mais uma vez e segundos depois, estava sendo levada pra cama.
Comemorei minha vitoria mentalmente... Sabia que ele não ia resistir.
...
Carol's POV
Em menos de uma semana, Aline havia partido para Londres...
Eu sentia muuuuita falta daquela vadia.
Ela era uma irmã, com quem compartilhava tudo da minha vida.
Assim como ela havia prometido, ela ligava toda noite, nem que fosse para me desejar "boa noite".
Ela me mandava fotos dela nos dias em que estava com Max. Ficava surpresa que ainda não haviam parado na mídia.
Eles eram totalmente discretos.
...
O Natal havia chegado.
Era umas das datas comemorativas que eu mais amava. Toda a familia reunida.
Minha mãe fazia todos os tipos de comida que se possa imaginar.
-Nossa, mãe. Assim eu vou sair rolando. - disse comendo uma rabanada quentinha.
-Para de bobeira, Carolina. Você está muito magra. Ta querendo virar modelo agora?
Ela sempre me achava magricela. Ela não entendia o quanto eu sofria para ter aquele corpo.
-Você está me escutando, Carolina?
Fui tirada do transe por minha mãe.
-O que você disse? - perguntei confusa.
-E Aline? Falou com ela hoje? Como está lá em Londres?
-Ela liga toda noite, ligará hoje também.
-Mande beijos para ela e Feliz Natal para os seus meninos.
Ri da maneira que minha mãe se referiu aos meninos do The Wanted. Ela sempre demorou a aceitar meu amor por eles, mas depois que eu os conheci e passei um tempo com eles em Londres, ela finalmente concordou de que agora eles eram parte da minha vida.
...
Como de costume, Aline me ligou a noite.
-Feliz Natal, amiga!! - ela gritou. - Como eu queria estar te abraçando agora. Que saudades!
-Também estou morrendo de saudades, amiga. Feliz Natal. Para vc e os meninos!
Notei que o lugar em que Aline estava era silencioso.
-Você está sozinha? Ta um silêncio ai.
-Não! Estou trancada no quarto para poder falar com você, eles não me deixavam escutar o telefone.
-Ahhhh! - disse rindo. - E como estão as coisas?
-Está tudo bem, amiga. Bem...
-O que foi?
-Tenho duas notícias, uma boa e uma ruim. Qual você quer primeiro?
-Eu quero só a boa.
-Hum... Chata. Você vai querer ouvir a ruim. Mas, enfim, a boa é que no que vamos para uma ilha no Ano Novo.
-Que ótimo, amiga.
-Jay disse que sua passagem já está comprada, você terá que chegar aqui um dia antes da véspera de Ano Novo.
-Hum... Vocês já perguntaram se eu realmente quero ir nisso?
-Você não tem escolha, ta? - ela disse autoritária.
-Ta okay. - sorri, mas havia ficado animada com a ideia de ver minha amiga novamente e de viajar com os meninos.
-Posso falar a ruim?
Senti seu tom de desânimo e me assustou a ideia do que poderia vir.
-Eu só quero a boa. - reafirmei.
-Você descobrirá mais cedo ou mais tarde se eu não te contar agora.
-Ta, bom. - falei, vencida por sua insistência.
-Nathan voltou com aquela garota e... Ela está tão sorridente na sala passando o Natal conosco.
-É piada?
-Não, você acha que eu brincaria com um pesadelo desses, pelo amor?
-Que merda.
-E o pior é... Todo mundo é obrigado a ganhar presente, ou seja, tive que comprar algo pra ela. - Aline confidenciou.
-E o que você comprou?
-Eu entrei em uma loja de artefatos bélicos e comprei uma granada pra ela. Mentira, Max não me deixou fazer isso.
Ela continuou falando, enquanto eu ria escandalosamente:
-Comprei uma pulseirinha barata em uma lojinha do centro... Você acha que eu iria gastar meu precioso dinheiro com ela?
-Não, lógico que não. Só cuidado para essa granada não vir no seu embrulho. - brinquei.
-Ela não é maluca de me dar uma granada ou eu explodo na cara dela.
-Que agressividade!! Cade seu espírito natalino?
-Ta de sacanagem, né, Carolina? Ela poderia substutuir o peru de Natal, de tão galinha que ela é.
Rimos juntas. Me perguntava de onde Aline tirava suas ideias. Isso significava que já havia certa quantidade de álcool em sua mente.
-Bem, isso significa que não nos veremos no Ano Novo. - disse suspirando.
-O QUÊ?? POR QUE?? - ela gritou revoltada.
-Não vou passar o Ano Novo olhando para a cara dessa vagabunda.
-Olha, quem está sem espírito natalino agora? - ela brincou.
-Serio, amiga. Adoraria te ver, mas, com ela não dá.
-Pode parando! Você não precisa ficar perto dela. Eu preciso de você amiga... E muito.
-Que carência é essa? Max não ta dando jeito não?
-Ridícula. Já disse que Max não te substitui... O amor que ele me dá é diferente do seu.
Achei isso a coisa mas fofo do mundo e pensei, que realmente, sentia muita falta dela.
-Nha... Você não vai me convencer. - brinquei.
-Ah, não? Pera ai então.
...
Danielle's POV
Estava sentada no sofá com Nathan e conversávamos com Kelsey, a namorada insuportável de Tom.
Eu queria ir embora daquele lugar. Meu natais sempre eram em bares e boates com o pessoal do meu trabalho.
Mas esse ano, como namorava Nathan, ele insistiu para que ficasse com ele e os retardados dos amigos.
O rádio tocava alto na sala. Todos eles conversavam e riam alto.
De repente, a música foi cortada por Aline.
"Pelo menos alguém com bom senso nessa casa?" pensei.
-Ahhh, Aline!! - Tom reclamou.
-Pow, amor, que isso... - Max começou, porém foi interrompido por ela.
-Me escutem!! É por um motivo nobre... Carol está no telefone e se recusa a vir para o Ano Novo com a gente. Vamos, convençam-a à vir!
Todos começaram a gritar coisas aleatórias para o telefone e eu não entendia nada.
-Vem, Carolina!! Vem, Carolina!! - todos gritaram e coro.
-Esperem, esperem um momento. - Jay fez todos se silenciarem.
Ele pegou o celular e foi lá para dentro...
Todos ficaram parados, como estátua. Poderia jurar que prenderam a respiração.
Jay demorou uns 3 minutos e quando voltou, exibia um sorriso de orelha a orelha.
-Vamos comemorar que daqui a alguns dias veremos a Carol! Ela vem pro Ano Novo! - ele gritou levantando o telefone como se fosse uma taça.
-Aeeee!! Ebaaa!! - todos gritaram, inclusive Nathan, rindo sem parar.
Bufei.
-Mas quanta infantilidade.- disse.
-Eu estou achando maravilhoso! - Kelsey sorriu inocente.
Idiotas. Idiotas por todos os lugares dessa casa.
...
Nathan's POV
-Porque você não vai a essa viagem, Danielle? - perguntei indignado.
-Você sabe como é trabalhar em revista de fofoca, Nathan. No Ano Novo que as coisas acontecem. Precisarei ajudar minha tia.
-Não gosto da ideia de te deixar por aqui.
-Amor, não se preocupe. Eu estarei trabalhando. - confirmei. - Não teria como te dar tanta atenção, me sentiria mal.
Ele pareceu parar para pensar em o que eu falava...
-Bem, eu é que não vou gostar de ver você ir para uma ilha paradisíaca com aquela garota. - provoquei.
-Deixe de ciúmes. Não vai acontecer nada entre a gente. - ele me abraçou sorrindo.
Fiquei péssima de saber que Carolina estaria sozinha com ele por tanto tempo. Já que eu "trabalhava" sozinha.
Os amigos de Nathan não respeitavam o nosso namoro e fariam de tudo para juntar os dois nessa viagem, porém, não ia deixar barato.
Henrique estaria em Londres no Ano Novo e ele seria um maravilhoso consolo.