segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Capítulo 35 - You're sick...

Nota: Bem, esse é o ultimo capítulo do ano... Só ano que vem, gente! (Era pra se uma piada, porém, sem graça ¬¬')...
Quero agradecer a todos vocês que acompanharam Heart Vacancy no ano de 2013 e, vamo que vamo para 2014! \o/
Um Feliz Ano Novo para todos vocês, leitores queridos!! Espero que gostem...
Um grande abraço e muitos beijos! ;)


Aline's POV

Andava rápido pela rua, indo na direção em que Rick havia me dado.
Meu celular começou a tocar e vi o nome de Carolina na tela.
-Alô. - atendi com o único pingo de calma que me restava.
-Amiga, pelo amor de Deus! Onde você está? O que houve?
Ela parecia preocupada... Não podia dizer a ela o que eu estava indo encontrar um maluco psicopata que estava ameaçando o Max.
-To na rua. - foi a unica coisa que pude dizer.
-Eu to te procurando e...
-Amiga, não posso falar agora. Tenho que desligar.
Não tinha como ficar prolongando a conversa com Carolina... Ela ia insistir em vir atrás de mim e descobrir o que eu estava fazendo.
-O que ta acontecendo? - perguntou e ,mais uma vez, a preocupação inundou sua voz.
Eu e Carol realmente nos importávamos uma com a outra e doía ter que "mentir" pra ela.
-Eu to bem e depois eu te explico... Por favor, não me liga de novo. - falei o mais rápido que pude e desliguei o telefone.
Um pouquinho mais a frente, encontrei a rua que Rick havia marcado de me encontrar, porém aquela hora da noite, ela estava completamente vazia. Um vídeo de tudo o que vivi passou por minha mente... Então era isso? Quando se teme a morte?
-Mas que menina obediente! - Escutei a voz dele atrás de mim e gelei. -Veio sozinha, meu anjo.
-O que você quer, Rick?
-Ah, você não é burra. Sabe muito bem o que eu quero...
-Não, eu realmente não sei ao o que você se refere.
Me fiz de desentendida... Na verdade, eu sabia sim, só não queria acreditar. Achava que estava tendo um pesadelo e que ia acordar a qualquer minuto nos braços de Max.
-Eu disse que ia fazer esse Max desaparecer. - ele falou me encarando nos olhos.
Seu olhar me fez ter arrepios.
-O que foi que você fez? - perguntei tentando não mostrar meu desespero.
Rick levou a mão ao bolso e tirou um vidro que me parecia ser de remédios.
-Sabe, uma dose disso daqui pode ser tranquilizante, mas quase o vidro inteiro... Bem, não sei se vai resistir.
-O que?
Agora eu não entendia mesmo... Ele havia dado aquele vidro de remédio pra Max?
-Eu não acredito que você fez isso... - comecei.
-Porque não liga para a gatinha da sua amiga e pergunta quem socorreu o seu amado hoje na rua? Que devo acrescentar, teve muita sorte.
Ele veio até mim, me rodeando como se fosse um urubu.
Ele parou em minhas costas e uma de suas mãos tirou meu cabelo do pescoço.
Rick começou a distribuir beijos no meu pescoço... Porém, eu estava em choque. Não mexia nenhum músculo.
-Você tem um cheiro tão bom!
-Eu vou chamar a policia e te denunciar. - falei com a voz tremula.
Ele me virou e me arremessou na parede. Minha cabeça bateu com força, o que me deixou um pouco tonta.
-Faça isso e a próxima a parar no hospital será a sua amiguinha! Eu não estou brincando...
-Eu não vou ficar com você! - gritei.
-Você não esta sendo nada inteligente assim... Mas, qual é mesmo o nome dela? Ana Carolina. Fraqueza? Pois bem, Nathan Sykes. Ela vai morder a isca como um peixinho, assim como você mordeu com o Max. Seu sorriso era doentio e senti uma lágrima se formar em meus olhos. Sabia que ele tinha razão, Carol daria a vida dela por Nathan. E ele a conhecia do dia da boate. Eu havia mostrado. Não podia deixar que meus erros afetassem as pessoas que eu amava. A lágrima que havia brotado, se transformou em um choro silencioso.
-Ah, não! Não chora, princesinha! Eu to aqui pra cuidar de você. - Rick disse me abraçando e senti nojo.
-Você é doente. - falei baixo.
-Você não é a primeira a dizer isso.
O encarei e ele segurou meu rosto... Em questão de segundos sua boca estava na minha. Lutei contra esse gesto e mordi sua boca.
-Sua desgraçada! - ele protestou se afastando.
Pensei em correr, mas isso só provocaria ainda mais seu ódio. A ameaça que fez a minha amiga, me veio a mente.
-Quando eu disse que você ia ser minha, isso incluía beijo também, gata.
Ele voltou e segurou meus cabelos, me obrigando a beijá-lo mais uma vez. Senti gosto de sangue. Sua boca sangrava devido a mordida que eu lhe dei e a unica coisa que veio a minha cabeça foi... Morte. Queria morrer aquela hora.
Fui obrigada a retribuir o beijo e por fim, pensei em Max. Meu lindo, meu careca sexy.
Meu celular tocou e eu afastei Rick. Ele não protestou e eu agradeci internamente.
-Alô! - atendi tentando manter a calma.
-Err... Aline?
-Sim, quem ta falando?
-É o Nathan... Sykes.
Levei um susto quando o estranho se identificou.
-Como tem meu número? - perguntei.
-Eu vi no celular do Max, ele pediu que eu ligasse.
-Onde ele está? Passa o telefone pra ele...
-Bem, você não sabe que ele está no hospital? Pensei que Carol havia te falado...
Gelei... Então era verdade. Rick quase havia matado Max. Ele estava na minha frente e pelo seu sorriso, ele sabia qual era o assunto da conversa no telefone.
-Você ainda está ai? - percebi que havia deixado de responder Nathan.
-Sim.
-Bom, ele quer te ver. Você pode vir? E seria uma boa companhia pra ele agora, já que terei que localizar o resto da banda para avisar. Parece que todos eles sumiram.
-Claro, Nathan. Me diga onde vocês estão que eu estou indo pra ai.
-Ótimo! Estamos no St. Thomas. Acha que pode vir agora?
Fiz um mapa mentalmente na minha cabeça e o St. Thomas era a 4 quarteirões da rua que eu estava. Poderia ir andando, ou melhor, correndo.
-Estou a caminho. - disse antes de desligar o telefone.
Fui até Rick e lhe dei um tapa na cara...
-Hum... Gosto de mulheres agressivas. - ele brincou me puxando para perto de si, mas eu me afastei.
-Você nunca mais chega perto das pessoas que eu amo, você me entendeu! Você é maluco! Me solta!
-Aline... Não faça isso.
Virei as costas para ele e sai andando, com ódio. Ele não podia fazer mais nada... Ia denunciá-lo para a policia. Era isso e tudo acabaria bem.
Me concentrei na rua e atravessei-a correndo, em direção ao St. Thomas.
...
Cheguei correndo pelo corredor e realmente fui o mais rápido que pude. Em 15 minutos havia chegado ao hospital.
Nathan estava sentado no banquinho do corredor, mexendo no celular.
-Como ele está? - perguntei me aproximando.
-Ele acordou a 1 hora. O medico disse que amanhã já pode voltar pra casa... Se não tiver mais ataques cardíacos.
-Ataques cardíacos? - perguntei arregalando os olhos.
-Ele misturou uma grande quantidade de remédio com álcool. Alguma coisa terminada com "mina". Era um remédio psiquiátrico.
Pensei... Era isso. Rick era louco e o remédio que deu para Max, na verdade era seu.
-Alguma ideia de quem fez isso? - Nathan perguntou levantando a sobrancelha.
-Porque esta me perguntando isso?
-Por nada... Carol explicou que você iria se encontrar com ele de manhã e...
-Nós brigamos, Nathan. Eu não estava com ele.
-Então provavelmente... Você acha que ele tentou suicídio por causa da briga?
-Não acredito que tenha sido isso... Provavelmente, ele tem uma explicação.
-Pois é. Você quer alguma coisa? Ou eu posso ir embora? Não pode ficar dois acompanhantes aqui e preciso contar isso aos meninos.
-Tudo bem. Eu assumo daqui.
-Eu vou avisar a Carol que você está aqui... Mas qualquer coisa que precisar, meu celular estará ligado.
-Obrigada, Nathan.
Senti meus olhos encherem de água e Nathan percebeu.
-Ei, ele está bem. Vai dar tudo certo.
-Eu sei. - respondi com voz de choro. Porque diabos estava chorando?
Nathan com certeza ia me achar uma demente.
-Eu posso falar com o médico e ficar aqui com você se quiser... - ele ofereceu.
-Não precisa. Está tudo bem, Nathan. Obrigada.
Ele veio até mim e me abraçou.
Nathan era alto e por uns minutos me senti protegida, como se fosse um irmão mais velho... Ele era gente boa. Por alguns segundos me lembrei do tapa que dei em sua cara na briga que tivemos. Pelo visto, ele não havia guardado mágoas e estava ali, me apoiando. Ele era perfeito para a Carol e tive vontade de perguntar porque estava com Danielle.
Nosso abraço foi interrompido pelo médico que saiu do quarto ao nosso lado.
-Aline? - o médico perguntou.
-Sim, sou eu. - dei um passo a frente.
-Ele pode receber visitas agora, mas peço que somente um acompanhante passe a noite.
-Está tudo bem, doutor. Eu estou de saída. - Nathan disse, se despedindo com um aceno de cabeça e sumindo no fim do corredor.
O médico me encorajou a entrar, respirei fundo e empurrei a porta.
...

Nathan's POV

Não consegui falar com nenhum deles...
Siva eu sabia que estava na Irlanda com a Nareesha e não queria estragar a viagem dos dois e antecipar a volta.
Jay, provavelmente havia perdido o telefone em algum e lugar e Tom, estaria ocupado demais com Kelsey pra ligar o celular.
Liguei para Carol e ela atendeu eufórica.
-Nathan! O que houve? Alguma coisa com o Max?
-Não... Só pra avisar que a Aline vai ficar no hospital com ele.
-Aline estava lá? E como é que ela está?
-Achei que tinha falado com ela. - disse meio na duvida.
-Bem, eu falei mas ela nem me deixou terminar. Estava meio estranha.
-Ela estava bem nervosa.
-Vou pro hospital ficar com ela.
-Não! Você não vai poder ficar lá... Eles só permitem um acompanhante por pessoa. Eu deixei ela lá e estou indo pra casa.
-A ta. - ela respondeu meio fraca e pensei que ela também podia estar sofrendo.
-Você quer que eu vá ai? Precisa de algo? -perguntei calmamente.
-Não... Estou bem.
-Ta okay! Qualquer coisa que precisar...
-Eu te ligo, Nathan. - ela completou minha frase o que tirou um sorriso de meu rosto. "Sempre tão bom ouvir a voz dela" pensei. Nos despedimos e eu desliguei o telefone.
...
Cheguei ao apartamento e ainda pensava em Carolina, mas meus pensamentos foram interrompidos quando vi a luz da cozinha acesa.
Sabia que alguém havia ido lá.
Não me lembrava de tê-la acendido antes de sair.
Cherry veio correndo e pulou em meu colo, dando um pequeno miado.
-Quem esteve aqui, Cherry?
Ela miou novamente... Cada vez mais baixo. Então entendi que a pessoa que esteve lá, fazia Cherry sentir medo.
Fui até a cozinha e em cima da mesa havia um envelope com um bilhete:
"Oie, amor. É a Dani! Prometi que ia te mostrar a verdade e que ia te proteger até o fim. Esse envelope é a ultima coisa que te mostro...
Ps: Isso foi na quarta-feira... Ligue para ela e pergunte. Beijos."
Não entendi de primeira, mas segundos depois, meu coração gelou.
Abri o envelope e nele havia fotos... Carolina e Henrique.
Pelo ambiente, estavam em um restaurante.
As fotos do começo pareciam normais... Henrique segurava na mão dela.
Passei rápido todas elas e por fim... Cheguei a ultima.
"Não! Não!" minha mente gritava.
Sempre fiquei com o pé atrás... Não queria acreditar que ela tinha me traído. Mas no final, ela veio com ele para cá, para esfregar na minha cara que estão juntos.
Ele beijava a minha menina dentro de um carro.
Fui consumido pelo ódio. Ódio de mim. Ódio dela. Ódio dele e do meu amor por ela ainda ser tão vivo.
Eu não a queria... Nunca mais.
Se ela resolveu ir embora e ser de outro, que seja.
Não insistirei mais para que volte pra mim. Nunca mais.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Capítulo 34 - I'm desperate...

Nathan's POV

Ela estava lá, no meio do corredor e me encarava...
Andei o mais rápido que pude até ela. Mas a distância parecia não acabar.
Como se quisesse acabar com ela também, Carol correu em minha direção.
Ela se jogou em meus braços e escutei um choro abafado, seu rosto pressionado contra o meu peito.
-Vai ficar tudo bem! Já passou... - disse acariciando seus cabelos e o cheiro de morango que soltava deles era maravilhoso.
-Não consigo achar a Aline e se aconteceu algo com ela?
-Não, não, minha princesa. Não pensa assim.
Fechei meus olhos, apenas sentindo aquele abraço, seu perfume tão perto de mim.
"Se concentra Nathan! Pensa na sua namorada... Pensa!"
Obrigava a minha mente a raciocinar... Mas era em vão. Não existia mais nada ao nosso redor.
Meu amor por ela ainda era vivo, sentia-o em todo meu corpo.
Alguém limpou a garganta próximo de nós e o barulho, nos arrancou do momento que compartilhávamos.
Abri meus olhos e Carol me empurrou de leve, se soltando do meu abraço.
O namorado de Carol estava lá, Henrique.
O cumprimentei com um aceno de cabeça e o amaldiçoei por estar ali. Com ela.
-Onde Max está? - perguntei me virando para Carol.
-Logo ali... No quarto no final do corredor. - ela disse apontando.
-Pode ir pra casa, descansar. Eu assumo daqui.
-Tem certeza?
-Sim... Não se preocupe. Eu vou falar com os meninos e não ficarei sozinho.
Ela acentiu e por um misero segundo vi alivio em seus olhos. Ela se virou, sendo conduzida por aquele cara, para ir embora.
-Ei, Carol! - chamei, fazendo-a me encarar. - Quando encontrar a Aline. Me avise... Diga se ela está bem.
Ela acentiu mais uma vez com um meio sorriso e eu os observei até sumirem no final do corredor.
...

Aline's POV

Acordei me perguntando onde estava... Minha visão meio embaçada.
Estava no hotel mas não me lembrava de como cheguei até aqui...
A unica coisa que tinha em minha cabeça era a briga que tive com Max.
Olhei para a fronha branca que cobria o travesseiro, mas agora ela tinha manchas negras de meu lapís de olho e minha maquiagem... Umas partes mais claras, outras mais escuras. Fundidas com as lágrimas.
Havia pego no sono... As noites mal dormidas por causa do fuso-horário e a minha necessidade de apagar tudo de minha memória, me puseram em um sono pesado.
Olhei para a janela e o céu estava negro... Era noite e com certeza mais tarde, cairia um diluvio.
Me perguntei por Carol, ela havia sumido desde de manhã e nem me ligado ela tinha.
Peguei meu celular e descobri a razão de ele não ter tocado, sua bateria havia acabado.
Coloquei-o pra carregar e em questão de poucos minutos eu estava ligando-o.
Ele tocou, afirmando que havia recebido ligações e mensagens enquanto estava desligado.
Fui ver de quem era e me assustei com as 23 chamadas recebidas de Carolina...
"Ela vai dar ataque, com certeza" pensei.
Vi uma mensagem também, olhei para o nome da pessoa, mas abri-a sem emoção... Porém o conteúdo dela me fez gelar, a ponto de sentir que ia desmaiar.
...
"Espero que o coração do seu Max seja forte, senão, você e seus queridos amigos tem um enterro a preparar. Haha
Mas você pode mudar isso... Me encontre na Lambeth Road e vá sozinha. Beijos Rick."
Tentava respirar mas não conseguia... O que estava acontecendo?
Eu estava sendo ameaçada? Não, estava tendo um pesadelo.
E como assim o coração de Max ser forte?
Mais de mil perguntas se formavam em minha mente e eu não tinha resposta para nenhuma...
Pensei em ligar para ele, mas depois de nossa briga, pensava que ele podia desligar o telefone.
Com a mesma roupa que tava no corpo, eu tirei meu celular do carredor e sai correndo pela porta do hotel...
...

Carol's POV

Henrique me levou embora...
Ficamos em silencio o trajeto todo do hospital até o hotel. A minha perna começou a sacudir, isso significava que o nervosismo estava me dominando.
Henrique percebendo isso, acelerou cada vez mais o carro, se concentrando na rua e nos sinais que ele tentava a todo custo ultrapassar antes que chegassem no vermelho.
Ao chegarmos a porta do hotel, sai do carro correndo, sem dizer nada. E peguei o elevador o mais rápido que tudo.
"Meu Deus, por favor!" rezava para que encontrasse minha amiga lá.
A porta estava aberta... E isso me deu uma pontinha de esperança.
-Amigaaaa!! - entrei gritando no quarto, mas nada aconteceu.
Abri a porta do banheiro e nada... Varanda e nada.
Ela não estava aqui.
Senti minhas pernas balançarem, meu nervosismo afetando minha pressão que já era baixa por costume.
Henrique entrou no quarto correndo e ao me ver sentada na cama chorando, disse:
-Ei, fica calma! Não pode ter sumido.
-Ela não está aqui... - disse com voz de choro.
-Tentou o celular?
-Sim... Mas tava desligado.
-Tenta de novo.
Peguei meu celular e apertei a discagem rápida.
Aqueles segundinhos que o telefone parou de fazer barulho de discagem, meu coração parou.
-CHAMOU! - gritei me levantando da cama o mais rápido que pude.
-Alô.
-Amiga, pelo amor de Deus! Onde vc está? O que houve?
-To na rua.
-Eu to te procurando e...
-Amiga, não posso falar agora. Tenho que desligar.
-O que ta acontecendo? - fiquei mais tensa ainda porque havia sido cortada e a voz dela não estava tão normal.
A voz dela estava falhando, sentia o nervosismo tomando conta dela.
-Eu to bem e depois eu te explico... Por favor, não me liga de novo.
-Mas... - tentei mas ela havia desligado.
Continuei segurando o celular, escutando aquele barulho de bipe no meu ouvido.
Henrique veio até mim e colocou sua mão em meus ombros.
-O que houve? - ele perguntou.
-Ela desligou... Tem alguma coisa errada. Ela parecia nervosa.
-Ela te disse onde estava?
-Estava na rua e que depois me explica...
-Amor, pelo menos sabemos que ela esta viva. Agora, nos resta esperar e saber o que aconteceu com Max.
-Sim...
-Você quer que eu vá embora?
-Sim... Vou tomar um banho e esperar ela voltar.
Henrique se despediu de mim com um beijo maravilhoso.
Quando ele saiu, mandei uma mensagem para Nathan avisando que Aline estava bem, recebi sua resposta animada, porém nada muito estrondosa.
Fui tomar meu banho, esperando que conseguisse relaxar.


Nota: Hey people!! Como estão?
O que acharam desse capítulo? Espero que tenham gostado...
Queria também desejar Feliz Natal a todo vocês, que leem a minha fic, já que só nos vemos semana que vem para o ultimo capítulo do ano. Dá pra acreditar? *-*
Obrigada por tudo e não esqueçam de comentar.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Capítulo 33 - I need help...

Carol's POV

Max cheirava a álcool e ele estava gelado e roxo. 
-Mas que merda você andou fazendo, Maximillian? - perguntei segurando sua cabeça. 
Ele gemeu uma coisa que não consegui entender. 
-Acho melhor levá-lo a um hospital! - Henrique falou. 
Concordei com ele e juntos chamamos um táxi e levamos Max para o hospital mais próximo. 
...
Chegamos no hospital e Max foi rapidamente atendido na emergência. 
Eu e Henrique fomos obrigados a ficar do lado de fora, esperando. 
Minha mente começou a trabalhar... Onde estava Aline?
O que havia acontecido? E porque Max havia se embebedado?
Peguei meu celular para ligar para minha amiga, mas a voz do outro lado me avisou que minha ligação estava indo para a caixa postal. 
-O que você acha que aconteceu? - Henrique me perguntou, sentado na cadeira. 
-Não sei... - suspirei. - Mas coisa boa não foi. 
-Você quer um café?
-Café? - perguntei levantando a sobrancelha. 
Ele riu, dizendo:
-Quase me esqueci... Cappuccino! 
-Sim, aceito um cappuccino. - sorri. 
...
-Senhorita!
O médico me chamou enquanto eu e Henrique tomávamos nossos cafés admirando a janela. 
-Sim!
-O senhor George é da sua família ou alguma coisa sua?
-É um amigo... O que ele tem, doutor?
-Bem, fizemos os exames e... Ele toma algum tipo de remédio?
-Não que eu saiba. Ele é muito saudável...
-Há uma grande quantidade de Fluvoxamina em seu organismo e...
-Quantidade de que, doutor? - o interrompi. 
-Traduza isso para nós. - Henrique pediu parecendo tão confuso quanto eu. 
-Bem, isso é um remédio psiquiátrico, controlado... Que em grandes quantidades, como a que estava no sangue do seu amigo, pode causar ataques cardíacos e a ainda misturado ao álcool... Podia te-lo levado a morte. 
-Remédio psiquiátrico? O que? - quase gritei. - Mas ele vai ficar bem? Ele está bem?
-Sim sim... Ele está em um processo de desintoxicação e no soro. Ficará ótimo. 
...
Uns minutos depois eu estava andando de um lado pro outro no corredor do hospital. Henrique havia sentado, sua cabeça de um lado para outro, me acompanhando como se eu fosse a bola de um jogo de tênis. 
-Max tentando se matar? Tem algo muito errado ai... - pensei alto. 
-Vai ver ele esqueceu que havia tomado o remédio e foi beber com os amigos. 
-Primeiro, ele não toma remédio psiquiátrico, Henrique. Segundo, se ele tomasse remédio, não seria burro o suficiente para tomar álcool e terceiro, se tivesse com amigos, não estaria andando sozinho no meio da rua...  Pelo amor de Deus, ele é o Max George. - falei tão rápido que me perguntei se havia pronunciado todas as palavras corretamente. 
-Ta okay. Desculpa. 
Sua voz foi baixa, como se tivesse arrependido do que havia dito. 
-Oh, meu lindo. Me desculpa... Estou nervosa e não consegui falar com a Aline. 
-Tudo bem, Carolzinha. Se acalma. Porque você não tenta procurá-la? 
-Mas não posso deixar Max aqui.
Ficamos em silêncio, pensando e a ideia mais plausível me veio a mente.
-Terei que ligar para os meninos...
-Faça isso. 
Segui o conselho de Henrique e liguei para Jay... Tocou, tocou e ninguém atendeu. Tentei de novo e nada. 
"Jay, não me diga que você perdeu o celular de novo." pensei, apertando mais uma vez o chamar e nada.
Tentei Tom e... Desligado. 
Siva... Tocava e ninguém atendia. 
Apelei para a unica coisa que faltava, a internet. 
"Onde estão @SivaTheWanted, @TomTheWanted e @JayTheWanted que não atendem o telefone?" twittei. 
A resposta veio de Siva:
"@anncarol eles eu realmente não sei, mas eu estou na Irlanda com a Baba."
Era só o que faltava, menos um. Tentei mais uma vez Tom, desligado... Jay, sem atender. 
-Aiin, esses meninos. Se o Max morresse eles não iam nem saber. - sentei ao lado de Henrique irritada. 
-Tentou todos eles?
A pergunta de Henrique me fez ficar em silêncio... Não havia ligado pra um. 
Puxei a agenda do celular, me direcionando ao "N". 
Encarei Henrique, esperando ele falar algo. 
-Ele é a sua ultima esperança. 
Ri com a ironia daquela frase. Nathan, sempre Nathan. 
...

Nathan's POV

Estava saindo do banho quando meu celular, que estava jogado em cima da cama tocava insistentemente. 
Olhei para o visor e gelei com o nome que aparecia nele. 
Carolina. 
Porque ela estava me ligando? Havia se cansado de seu namoradinho?
Atendi sem paciência. 
-Nathan, oh, graças a Deus que você atendeu!
Ela parecia aflita e naquele momento esqueci toda raiva e impaciência. 
-O que houve? - perguntei nervoso. 
-O Max! Estou aqui no St. Thomas com ele. 
-O que vocês estão fazendo em um hospital?
-Você precisa vir pra cá rápido! Aconteceu uma coisa horrível!
-Eu vou me vestir e... O telefone está no viva voz, me explica o que houve. 
Comecei a correr de uma lado para o outro, atento a cada detalhe que Carol falava. 
Mas parei assustado quando ela disse que Max podia ter morrido.
-O que você acha que foi? - ela me perguntou. 
-Tentativa de suicidio talvez? 
-Pensei nisso também... Mas com remédios psiquiátricos?
Fiquei em silencio pensando enquanto calçava os tênis. Não me lembrava de nenhum parente ou conhecido de Max que usasse esse tipo de remédio... E ele, bem, muito menos usava isso.
Mas pensei em uma coisa que me fez sentir arrepios. 
-Nathan, você ta ai?
-Você... Acha que... Alguém tentou matá-lo? - perguntei gaguejando. 
-Também não sei... 
-E a Aline? Eles não estão juntos sempre? Onde ela está?
-O celular dela ta desligado... Eu to muito assustada. Estou com medo de ter acontecido algo grave. 
Sua voz foi de choro e meu coração se quebrou em mil pedaços. 
Eu queria me teletransportar pela linha telefônica e abraçá-la aquela hora. 
Senti a fragilidade em seu tom de voz. 
-Vai ficar tudo bem. Eu estou indo agora pra ai. 5 minutos eu chego... 
-Ta bom. 
-Você me espera?
-Sim. - ela disse fungando e tive mais certeza de que estava chorando.
Corri pelas escadas, pois esperar o elevador ia demorar muito mais. 
Liguei o carro e sai cantando pneus pela garagem... Querendo, mais do que nunca, tê-la em meus braços e protegê-la do sofrimento. 
...

Carol's POV

Henrique segurava a minha mão enquanto eu tentava me acalmar olhando pela janela. A noite já havia caído sobre Londres e eu pensava em Aline que não atendia o telefone. 
Se ela havia sumido e Max estava drogado a ponto de quase morrer... Mil e uma situações passavam pela minha cabeça e nenhuma delas me animava. 
Tinha que encontrá-la. 
-Vai ver ela pode estar no hotel, Carol! Se acalma. - Henrique pedia. 
-Poder ser. Temos que esperar o Nathan, ele disse que em 5 minutos estaria aqui. 
-Já se passaram 5 minutos... 
-Londres também tem transito, Henrique. Ainda mais essa hora com todo mundo saindo do trabalho. 
-Você sempre defende ele. 
-Não quero começar essa briga aqui, Henrique, okay?
-Desculpa, foi só um comentário. 
Dez minutos depois eu pensava que Nathan realmente estava demorando, quando peguei o celular para ligar novamente, o vi vindo, correndo, pelo final do corredor.


Nota: Hey people! 
Mais um capítulo fresquinho (sempre quis falar isso! Sim, sou cafona kkk) para vocês!
Quero pedir desculpas pela demora... Sabem como é, final de ano, você não para direito em casa. 
Espero que gostem do rumo que as coisas estão tomando... O que será que aconteceu com Max? Alguém faz alguma idéia? E Aline, onde foi parar?
Fiquei sabendo que Heart Vacancy está com leitores novos... Bom, em primeiro lugar, queria agradecer a vocês que estão lendo e gostando e os antigos leitores também, sem eles, eu não estaria postando tudo isso.
Segundo, leitores novos, se quiserem deixar seus twitters ali nos comentários para que eu possa avisar a vocês sobre atualizações, sintam-se a vontade. ;)
Obrigada por tudo! E não deixem de me dizer a opinião de vocês. #SempreImportante. \o

domingo, 1 de dezembro de 2013

Capítulo 32 - Undesirable Meetings...

Henrique's POV

Carol me perguntou umas mil vezes onde estávamos indo.
Me divertia com sua curiosidade.... Uma hora implorava com voz de choro e outra, parecendo irritada, me dava pequenos tapinhas no braço.
Aquele dia, saímos a pé, o que aumentou mais ainda a sua curiosidade.
-Me diz, para de ser chato!! - ela pediu pela milésima primeira vez.
-Mas que desespero. Você vai infartar cedo sabia?
-Cruzes, Henrique!
Nós rimos.
Depois de uns 20 minutos caminhando calmamente por uma fria Londres, chegamos a uma das paixões de Carol, a London Eye.
-Eu não acredito! - ela disse surpresa.
-Sabia que você ia gostar.
-Obrigada. - ela agradeceu me dando um beijo no rosto.
...

Carol's POV

Henrique havia me trazido a London Eye...
Eu amava aquele lugar. Na verdade, eu amava toda Londres. Cada canto, cada pedacinho da cidade.
-Vamos comprar nossos tickets? - Henrique me perguntou me tirando do transe.
-Vamos sim!
-Olha a sua cara de boba!
-Pode parar! Faz tempo que não venho a London Eye, ta?
Ele ainda se divertia da minha expressão de felicidade.
Entramos na fila e compramos nossos ingressos.
A 1 hora que se sucedeu foi linda. O passeio pela London Eye era magnifico.
Ver Londres de cima era uma das visões mais lindas que a pessoa pode ter na vida.
Admito que fiquei o passeio inteiro segurando a mão de Henrique, e por incrível que pareça, não estava me sentindo estranha com isso.
-Podemos jantar hoje? - ele perguntou em meu ouvindo, quando estávamos saindo da London Eye.
-Ah, Henrique. Eu não quero abusar de você. - disse me afastando.
-Carol, a sua companhia é maravilhosa. Pode abusar de mim o quanto quiser.
Sorri sem graça, olhando em seus olhos e quando me virei, esbarrei em uma pessoa.
-Me desc... - comecei a dizer.
-Você não olha por onde anda não?
Não, eu não tava acreditando no em quem eu estava vendo.
Encarei as duas pessoas que estavam na minha frente. Pela maneira que estavam abraçadas, diria que estavam se beijando.
-Oi Carol! - ele disse me tirando de meus pensamentos de protesto.
-Oi Nathan! - disse encarando seus olhos que se não o conhecia bem, estavam vazios, sem emoção.
-Olá, querida! - escutei a voz dela.
-Oi, sweetheart! - retribuí com um sorriso sarcástico.
-Prazer, Henrique.
Henrique estendeu a mão para Nathan, que pude ver, puxou a respiração com força, quase bufando.
Estaria ele incomodado?
-Eu sou o Nathan... Sykes.
-Carol já me falou muito de você. - Henrique disse.
-Bem, eu já não posso dizer o mesmo de você.
Eu arregalei os olhos e Henrique pigarreou como se tivesse engasgado.
Nathan havia sido grosso e aquilo me incomodava.
-Bem, estamos indo na London Eye. Vocês querem ir com a gente? - Danielle perguntou.
-Não, acabamos de sair de lá. - respondi encarando Nathan.
-Hum... Passei romântico para um casal apaixonado.
-Não. Nós não somos um casal.
Danielle estreitou os olhos e Nathan segurou uma risada, mas pude escutar o ar sair de suas narinas.
-Bem... Vamos indo então amor? Não queremos atrapalhar os pombinhos. - Nathan pediu a Danielle.
Aquilo me fez ter um ódio profundo. Seu olhar de sarcasmo me atingiu e quis socá-lo, bem no meio de seu nariz.
-Não somos pombinhos, Nathan.
-Ah, claro que não. - Danielle disse.
-Porque você não cala a sua boca, sua insuportável? Não percebe que ninguém aqui aguenta a sua voz? - falei um pouco mais alto.
-Carol... - senti Henrique segurar meu braço, pois havia dado um passo a frente para encará-la de mais perto.
-Porque você não para de bancar a ridícula e some logo? - ela perguntou gritando.
-Dani para! - Nathan pediu.
-Não paro, não, Nathan! Essa garota tem que se por no lugar dela e perceber que ela te perdeu.
-Eu nunca o tive. - disse olhando para Nathan que estreitou seus olhos.
-Então conforme-se com isso. - ela sorriu vitoriosa.
Fiquei sem resposta.
Ela tinha razão... Achei que podia recuperar Nathan. Tirá-lo dela.
Mas era obvio que ele nunca mais ia ser meu.
Ele estava com ela e me acusava de traição. Nada que eu fizesse ou falasse ia mudar isso.
Um silencio se instaurou entre nós... Encarei Nathan e senti meus olhos encherem d'água.
Não, eu não ia chorar. Não na frente dele, não na frente dela.
-Carol, vamos? - Henrique interrompeu meus pensamentos.
Não protestei e abaixei a minha cabeça.
-Bom passeio para vocês, casal. - Henrique cumprimentou-os simpático e nós seguimos caminho.
Olhei para trás uma vez e Nathan fazia o mesmo que eu.
Nossos olhos se encontraram, ele sacudiu a cabeça em negação e colocou um de seus braços no pescoço de Danielle.
...

Nathan's POV

Estava quase vendo a hora em que Carol e Danielle iam se bater no meio da praça de entrada da London Eye.
Mas Danielle foi mais esperta e atingiu Carol onde não devia.
Fiquei triste e ao mesmo tempo irritado com o que Danielle havia falado...
Por uma hora quis abraçar Carolina e me virar contra Danielle para defendê-la. Mas isso seria fraqueza de minha parte.
Antes de ela sumir com aquele babaca no meio da multidão, nossos olhos se encontraram.
Senti meu coração gritar, mas não havia nada que eu pudesse fazer.
Aquele momento, havíamos dado as costas um pro outro.
-Nathan! Você ta ouvindo o que eu estou te falando?
A voz de Danielle chamou minha atenção.
-Não, Dani. O que houve? - perguntei.
-Você estava pensando nela, né?
-Na... Não, amor. Me desculpa. Tava pensando em assuntos da banda. Acabei me distraindo.
-Ta bom.
Ela se conformou com a minha explicação, pelo menos eu acho. Passeamos pela London Eye e, para ser sincero, não estava nada animado.
Danielle veio bater uma foto nossa para colocar em seu Instagram. Tentei o sorriso mais sincero que consegui... Mas quando olhei a foto, sabia, tudo aquilo era uma farsa.
Ela continuou feliz, vindo me abraçar.
Passei meus braços ao redor de sua cintura e admirei a paisagem... Ainda pensava nos olhos de tristeza de Carolina e percebi que aquilo me atormentaria o dia inteiro.

...

Max's POV

Eu estava tão revoltado com tudo o que aconteceu que eu não aguentei ficar em casa me condenando por ser um idiota.
Todos os meus pensamentos e medos eram verdade. Aline não era mulher de ficar sozinha...
Nem por um dia.
Daqui a uma semana, quando tivesse que viajar de novo e ela voltasse ao Brasil, tudo o que vivemos essa semana, ia estar apagado.
Já tive muitos namoros a distancia, mas esse era diferente.
Não me sentia seguro em deixar Aline sozinha.
Não que não confiasse nela, mas não confiava nos homens ao redor dela.
Ela era bonita demais, confiante demais... Perfeita demais, e eu era um cantor que não iria poder dar carinho a ela quando estivesse longe.
Não seria o homem completo para ela.
Foi com esses pensamentos, que me peguei andando em plena tarde de quinta feira pelas ruas de Londres e entrando em um pub.
Ele estava vazio, creio que por causa do dia.
Sentei me no balcão e pedi uma cerveja...
Terminei rápido com ela e logo pedi mais uma que foi rapidamente terminada também.
-Me dê mais uma. - pedi ao garçom.
-Decepção amorosa, meu amigo?
Me virei para o lado e um cara loiro me encarava, esperando eu responder a sua pergunta.
-Pode crer, cara. Mulheres, sempre mulheres.
-Elas são mesmo demais.
-Pois é. - concordei sem emoção, pegando a minha terceira cerveja cuja o garçom havia acabado de trazer.
-Meu nome é Rick! - ele disse estendendo a mão para eu apertá-la.
-Sou Max! - retribui o aperto.
-Eu sei. Max George... Tem um poster da sua banda na loja da esquina.
Sorrimos.
-Mas o que te traz aqui? O que a sua garota fez com você? - perguntei curioso.
-Ela me deu um pé na bunda...
-Sinto muito. - disse com a voz baixa.
-E você?
-Bem, eu levei um chifre cara.
A decepção em minha voz foi tanta que quase não a ouvi sair.
-Eu prefiro ficar com o meu pé na bunda. - ele riu e não pude deixar de rir com sua ironia.
Ficamos em silencio por um tempo... Mas depois ele perguntou:
-Vc não acha que merecemos algo mais forte hoje?
Encarei-o, pensando e balançando a minha garrafa de cerveja.
-Pode pedir!
-Garçom! Dois da sua melhor tequila! - ele gritou.
Em alguns minutos o garçom colocou dois copos em nossa frente.
-As mulheres, cara. - ele disse.
-A você, Aline.
Nós brindamos e bebemos... Um, dois, três, quatro... Riamos e xingávamos como dois bêbados. Quando estava prestes a virar o sexto, comecei a suar frio.
-Ta tudo bem? - Rick perguntou.
-Acho que vou parar, bebi demais.
-Vou pegar uma água para você.
Ele desceu de seu banco e em questão de segundos voltou com um copo d'água.
Bebi e em praticamente um minuto, meu coração acelerou.
Ataque cardíaco? O que estava acontecendo comigo?
-Eu não to muito bem. To indo pra casa... Foi um prazer em te conhecer.
-Quer ajuda ai?
-Não, acho que consigo sozinho. - respondi.
Tirei duas nota da carteira e coloquei-as em cima do balcão, que tinha certeza que pagariam as bebidas.
Rick, me perguntei se era esse o seu nome, disse algo que não identifiquei.
Sai do bar cambaleando e subi a rua, com a esperança de chegar a meu apartamento.
Minha visão ficou escura.
"Merda" pensei.
Ia desmaiar na rua e sabe-se lá o que aconteceria.
Respirei fundo e minha visão voltou, porem com mais dois passos, ela voltou a ficar escura.
-Max!
Escutei um grito, mas não identifiquei quem era.
-MAX!
Era uma voz feminina... Pensei que podia ser Aline, mas a voz dela eu reconheceria de longe.
Meus joelhos cederam. Apoiei minhas mãos no chão e antes que pudesse bater com minha cabeça, senti uma mão me segurar.



Nota: E ai pessoas? Mais um capítulo para vocês... O que acharam?
Nathan não gostou de ver Carol com Henrique, né? E Danielle, como sempre, consegue o que quer!
E esse Rick que estava com Max? Conseguem associar ele a algo ou a alguém?
Estranho... Não acham?
Não deixem de comentar... Espero que tenham gostado e até o próximo. ;)