sábado, 18 de janeiro de 2014

Capítulo 37 - I have to deal with it alone...

2 DIAS DEPOIS...

Aline's POV

Olhei o letreiro da delegacia 500 mil vezes antes de entrar para denunciar Rick.
-Em que posso ajudá-la? - perguntou o policial do balcão.
-Eu gostaria de fazer uma denuncia.
Ele continuou me olhando, esperando que eu proceguisse.
-Eu estou sendo ameaçada por um cara e a dois dias atrás ele quase matou meu namorado.
-Preciso que você explique melhor essa história senhorita.
Enquanto eu explicava tudo a ele, suas expressões mudavam de surpresa para descrença. Isso estava me irritando um pouco.
-Pois bem. - ele concluiu assim que eu terminei. - A senhorita tem provas disso tudo que acabou de me dizer?
-Err... Tenho o laudo medico indicando uma substancia estranha no organismo do Max.
-Hum... E você tem provas de que essa substancia não foi ingerida pelo seu namorado por livre e espontânea vontade? Que alguém deu isso a ele. Alguma testemunha?
-Não, mas sei que ele não tomaria essas coisas.
-Hum... A senhorita tem provas, algum áudio ou vídeo, do momento em que ele te ameaçou na rua?
-Não. - respondi mais uma vez encolhida.
Pela cara que o policial fazia, percebi que ele estava me achando tola. Mas eu tinha que por Rick atrás das grades, ele não podia ficar solto...
-Farei sua ocorrência, mas só posso ordenar um mandando de prisão quando a senhorita tiver provas de algo que acabou de me dizer.
-O que? Que tipo de segurança é essa? Vocês não investigam? O senhor não pode deixar aquele maluco a solta!! - falei alto.
-Senhorita, controle-se. Ou vou ser obrigado a colocá-la pra fora.
-Não se preocupe. Isso não será necessário. - disse pegando minha bolsa, que havia deixado em cima do balcão, com raiva e me dirigindo a porta.
Meus pés batiam com força no chão que quase podia sentir os vidros tremerem.
-Senhorita! Você tem 1 mês para provar o que disse, senão essa queixa será arquivada.
Continuei andando, batendo a porta de vidro atrás de mim e me dirigindo ao carro de Max.
Segurei o volante com as duas mãos e senti lágrimas caírem dos meus olhos.
E agora? O que iria acontecer?
O policia queria provas, mas não tinha nenhuma que pudesse incriminar Rick.
Senti o desespero tomar conta de mim quando um soluço apareceu em meio ao meu choro silencioso.
Fazia dois dias que ele não aparecia... Mas creio que ele estava esperando a hora certa de atacar.
Max havia recebido alta desde ontem, mas ainda não compreendia como havia sido drogado sem perceber.
A unica que sabia de tudo era eu, mas tinha medo do que podia acontecer se revelasse a ele.
Carol sabia que aconteceu algo de errado aquela noite, depois daquilo ela me fez um interrogatório querendo saber onde estava e eu, claro, tive que inventar uma historia bem estranha para justificar suas perguntas.
-Tudo bem, vou fingir que acredito... Se você não quer me contar. - ela deu-se por vencida.
-Amiga, acredite. Essa é a historia! - insisti.
-Não acho que eu tenha te conhecido ontem para acreditar nisso, mas eu compreendo.
Carol, sempre impossível. Dei um meio sorriso com esse pensamento antes de ligar o carro e acelerar.
...
-Cheguei me! - gritei abrindo a porta.
Max estava jogado no sofá assistindo a algum jornal local.
-Onde você foi? - ele perguntou.
-No mercado... Comprar algumas besteirinhas para comermos a noite.
-Err... Os meninos chamaram a gente para o aniversário de uma amiga nossa. Podemos ir.
-Ah, não, Maximilian, não! Você ouviu o que o médico falou... Sem bebidas e repouso. - disse brigando.
-Poxa amor, é uma festa e os meus amigos vão...
-E dai? Eles vão compreender se você não for. Não, ficaremos em casa. - disse dando fim a nossa discursão.
-Nossa! Escuto os seus gritos lá do quarto... - disse Carol vindo pelo corredor.
-Max quer ir a uma festa com os meninos hoje a noite. - expliquei.
-Hum... Bem que eu ia amar uma festa.
-CAROLINA!! - gritei em reprovação.
Ela e Max caíram na risada com a minha cara de indignação.
-Sério, estou pensando em ir com o pessoal para deixar vocês a sós. - ela piscou o olho pra mim. - Agora que terminei de arrumar minhas coisas no quarto de hospede. Mas ainda insisto em vocês me deixarem ficar com o Jay esses dias.
-Morar com o Jay? Você não ia sobreviver a bagunça dele, Carol. Mas ainda acho que vocês podiam continuar no hotel sem se preocupar comigo... - Max fez biquinho.
-Pode parar de frescura. O medico disse que você precisa de cuidados. E eu e Carol cuidaremos de você até irmos embora. - disse interrompendo-o.
-Vou sentir saudades de vocês...
-Ah, meu amor, nós iremos voltar. Né, Carol?
-Claro! Não se livrará de nós tão fácil assim. - ela confirmou.
-Fico muito feliz em saber disso.
Max e eu trocamos 3 selinhos, escutei Carol suspirar.
-Acho que vou catar minhas coisas e morar com o Jay! Eu desisto! - ela se levantou voltando ao quarto.
-Amiga! Volta! Eu te amo!
Rimos muito nessa hora e Max me puxou, mas só que dessa vez nosso beijo foi muito mais que um selinho.
...

Carol's POV

Eu como sempre demorei um ano para escolher a minha roupa...
Jay iria buscar Siva e Nareesha e depois viria me buscar.
Me vesti e sai pela porta do quarto.
Pela rachinha da porta de Max vi que ele e Aline dormiam abraçados.
O médico disse que ele precisaria de cuidados, caso os ataques cardíacos voltassem.
Aline, fato, se ofereceu para cuidar dele enquanto ainda estávamos aqui.
Max me ofereceu o quarto de hospedes de sua casa, assim como Jay, para que não ficasse sozinha no hotel. Porém Aline exigiu que eu ficasse com ela. E bem, aqui estou eu.
O apartamento de Max parecia vazio enquanto os dois dormiam e eu esperava por Jay na sala silenciosa.
...

Jay's POV

-Mandei mensagem para a Carol, ela já está descendo. - disse a Siva e Nareesha que estavam no banco de trás.
Nareesha fazia manha pois na semana que vem, voltaríamos a viajar e a fazer shows, o que significava que ela ficaria sem seu namorado quase marido.
Avistei Carolina sair pela porta de vidro do prédio em que Max morava.
Ela entrou rapidamente no banco do passageiro...
-Você está linda, Carol. - disse.
-Obrigada, Jay. Hey Siva! Oi Nareesha!!
Todos se cumprimentaram e eu acelerei o carro...
Conversávamos sobre assuntos aleatórios, rindo até não poder mais.
Foi quando senti algo errado... Meu sorriso imediatamente apareceu.
...


Nota: Oie gente... Primeiro, quero pedir desculpas pela demora. Minhas semanas vem sido muito corridas e nem final de semana estou conseguindo parar.
Espero que tenham gostado desse capítulo. E devo pedir mais uma vez, não deixem de comentar. É muito bom saber o que vocês estão achando.
Então, até o próximo!

domingo, 5 de janeiro de 2014

Capítulo 36 - Now, you're my girl...

Nota: Coloquem Kevin Daniels - Guarded para tocar quando virem o (PLAY) e parem quando virem o (STOP).

Aline's POV
(PLAY)
Empurrei a porta devagar e vi Max deitado de olhos fechados.
Ele estava palido e isso me fez chorar imediatamente... Pensava na possibilidade de que ele pudesse ter morrido e esse pensamento me tirava arrepios.
Sentei na beirada de sua cama e o peso de meu corpo o fez abrir os olhos.
Eles pareciam mais verdes, em contraste com sua pele.
-Aline! - ele sussurrou.
-Shiiiu, meu amor. Não faça esforço.
Me aproximei pegando a sua mão.
-Pensei que não ia te ver nunca mais...
-Porque diz isso? - falei chorosa.
-Porque... Eu achei que ia morrer. Me senti tão estranho. 
-Não diz isso... Pelo amor de Deus. Você ainda tem muito que viver.
-Nós temos... Juntos. - ele me corrigiu se endireitando na cama.
-Max, me desculpa mesmo... Eu não queria... É tudo minha culpa. - gaguejei mais do que devia, mas fui interrompida.
-Não! Não importa mais. Eu... eu... quero que seja a minha namorada.
-O que? - perguntei confusa. Achava que não havia escutado direito.
-Antes de apagar, a unica coisa que pensei foi em você. E me assustou tanto a possibilidade de não poder te dizer.
-Dizer o que?
-Eu acho que... Eu te amo, Aline.
Sorri e respirei fundo. Aquela frase foi como musica para o meu coração.
Mas meus pensamentos se confundiram e tive... medo.
-Max, e se não der certo. Não quero que eu e você nos afastemos. Não podemos sofrer c...
Ele me puxou. Fui calada com um beijo.
O desejo de Max explodia em seus movimentos. Sua língua explorando cada canto da minha boca.
-Eu quero você para mim, Aline. Talvez para sempre...
-Para sempre é muito tempo.
-Porque está me negando? Não interessa se para sempre é muito tempo ou se é até semana que vem. Hoje, aqui e agora eu te quero. Sendo minha... E pare de me negar que eu sei que você não resiste.
Sua mão fez um caminho por baixo da minha blusa e sutiã até meus seios.
-Max, no hospital não! - disse dando um sorrisinho sem graça.
-Mal posso esperar pra te ter novamente em meus braços, na minha cama.
Eu sorri mais uma vez e me rendi... Todas as lágrimas que estava segurando, desabaram.
Não fazia mais sentido negar o que sentia por Max.
Eu sabia. Ele sabia e todos tinham absoluta certeza.
Eu amava aquele careca safado... E a cada dia que passava, ele me fazia quere-lo mais.
-Posso te contar dois segredos? - perguntei baixinho.
-Todos que você quiser.
-Primeiro, eu aceito ser sua namorada e segundo, eu te amo, Maximillian.
Nós sorrimos um para o outro e mais uma vez ele selou nossos lábios em um beijo que me fez alcançar as nuvens.
(STOP)
...

Danielle's POV
Sai do apartamento de Nathan satisfeita... Logo, logo ele ia ver aquelas fotos e, se bem conhecia Nathan, ele ia ficar com raiva. Muita raiva.
Finalmente ia separá-lo da "sem sal" para sempre.
Peguei meu celular e apertei a discagem rápida.
-Alô! - a voz masculina atendeu.
-Henrique... Tenho uma noticia maravilhosa.
-O que houve?
-As fotos foram devidamente deixadas em cima da mesa da cozinha do Nathan.
-Ta falando sério?
-Sim e se bem conheço ele, é capaz dele querer matar ela ou você.
-Ele que não venha de graça... Quebro a cara dele.
-Mas que agressividade! - ri com sarcasmo.
-Mas me diz, então ela é minha pra sempre?
-E ele meu!! Temos que comemorar! - disse animada.
-Onde vc está?
-Na rua...
-Vem aqui em casa. Acabei de chegar. - ele pediu.
Aceitei porque havia sido dispensada por Nathan hoje sabe-se lá porque. Não estava a fim de ficar sozinha.
...
Toquei a campainha do apartamento de Henrique e ele demorou a atender, como sempre.
Tinha certeza de que ele fazia isso pra me irritar.
Estava prestes a desistir quando escutei a chave virando na maçaneta.
Henrique estava de cueca... Primeiro, fiquei em choque e depois admirei seu corpo escultural.
Me perguntei mais uma vez o que Carolina via em Nathan?
Mas depois apaguei esses pensamentos de minha mente.
-Não vai entrar? - ele perguntou.
-Entrarei quando você vestir uma roupa...
-Você tem certeza que quer que eu vista uma roupa?
-T... tenho. - falei tentando não gaguejar, mas foi em vão.
Ele sorriu e virou indo em direção a sala.
Puts... Como ele era gostoso.
A porta ficou aberta, me convidando a entrar... O fiz e fechei-a atras de mim.
Henrique vestiu um roupão azul marinho.
-E ai? Qual foi a reação dele? - ele começou.
-Não sei... Não fiquei lá pra ver e ele ainda não me ligou. Mas tenho certeza que ficará com raiva.
-Que otimo! Porque ele não pareceu está com raiva hoje no hospital.
-Como é? Que hospital?
-Max não soube beber e foi parar no hospital... Essa gente devia beber mijo. Eu e Carol socorremos ele e Nathan foi lá também.
-Por isso que ele me dispensou hoje a tarde. - conclui pensativa.
Henrique deu um sorriso de diversão.
-Qual é a graça? - perguntei levantando um das sobrancelhas.
-Ele foi lá porque Carolina chamou... Ele te troca por ela tão facil. Chega a ser engraçado.
Fiquei com raiva do que ele disse e me dirigi a porta.
-Não, não vai fazer isso de novo. - ele disse.
Coloquei a mão na maçaneta e ela estava fechada.
-Abre essa porta! - gritei.
-Não.
-Anda logo... Você é um idiota. Agora entendo porque Carolina ama o Nathan.
-Repita isso. - o sorriso de seu rosto sumiu e ele veio andando em minha direção.
-A sua namoradinha não te ama... - cuspi as palavras em sua cara.
Ele me arremessou com força contra a porta, me impressando com o seu corpo.
-Deixe-me te contar um segredo, Danielle, meu amor. O seu Nathan também não te ama.
Empurrei-o com mais raiva ainda, porém ele pressionou seus lábios no meu.
-Sai daqui! - mordi seus labios com força.
-Sua cachorra! - ele disse verificando se sua boca estava sangrando.
-Abre esta maldita porta ou eu vou gritar! - ameacei.
-Vou te fazer gritar, mas de outro jeito.
Ele tirou o roupão, ficando de cueca mais uma vez na minha frente.
-Eu sei que você me quer. - ele disse vindo em minha direção de novo.
Virei-me e forcei a maçaneta... Mas fui agarrada por trás.
As mãos de Henrique percorreram toda a extensão do meu corpo.
-Solta a maçaneta. - ele mandou.
-Não! - disse o mais forte que pude.
Suas mãos entraram por dentro de minha calça e blusa, me queimando como se fosse fogo.
-Solta a maçaneta agora!
Seus dedos se movimentavam, já me tocando.
Não tinha mais forças para dizer não e tirei minha mão da maçaneta da porta.
-Boa menina! Assim que eu gosto!
Henrique me pegou no colo e me levou até a cama, me jogando nela, como se fosse uma boneca que ele controlava.
Começamos a nos beijar e desisti de resistir...
-Você é muito gostosa, Danielle. Merecia coisa melhor que aquele esquisito...
-Você acha? Então me prova! - falei puxando sua boca de volta a minha.
Ele deu um sorriso safado e eu retribui arrancando minhas roupas.
...
Henrique's POV
Danielle tirou sua blusa e calça na minha frente.
Ela era linda... Seu corpo era escultural, o que me excitou de primeira.
Comecei a beijar seu pescoço e em seguida seu colo.
Rapidamente, arranquei seu sutiã... Sugando seus seios bem desenhados.
Ela não demostrava emoção, parecia pensativa.
"Mas que merda!" pensei.
Puxei sua calcinha com força, arrebentando-a. Isso pareceu tirá-la do transe.
Ela deu um meio sorriso e um impulso me deixando por baixo.
Ela não sabia realmente com quem estava lidando. Eu ia comer ela e não o contrario.
-Não, cachorra. Aqui sou eu quem mando. - disse segurando-a pelos cabelos e colocando-a de quatro na beirada da cama.
"Que bunda linda".
Minha ereção já estava pulsando, implorando para ser posta para fora da cueca.
Comi a vadia das varias maneiras possíveis e ela? Soltava gemidos como as garotas de programa que eu pagava no Brasil.
Ela seria ótima no meio delas.
Quando terminamos, Danielle se levantou e catou suas roupas apressadamente.
-Já vai? - perguntei.
-Não era nem para eu ir ter vindo...
Ela estava arrependida de ter colocado chifres no outro?
Sorri com esse pensamento.
-Hey, tem dinheiro em cima da mesa da sala, se quiser. - gargalhei.
-Vai se fuder, seu babaca.
Foi a ultima coisa que ela disse antes de sair do meu apartamento.
...

Nota: Oie gente! Feliz Ano Novo!! \o/
Primeiro capítulo de 2014 para vocês! haha. Espero que tenham gostado... O que acharam da fofura de Maxine? hehe
Não esqueçam de comentar e qualquer coisa, é só me gritar no meu twitter. Críticas e elogios são sempre bem vindos! ;)
Obrigada e até a próxima semana. ;)