segunda-feira, 22 de abril de 2013
Capítulo 11 - Lets get it started...
Nathan parou o carro na garagem de uma linda casa.
-Ela é bonita... - eu disse enquanto ele abria a porta. - E bem grande. - completei quando me deparei com uma belíssima sala.
A casa estava mobilhada. Sentei no sofá e tirei meus sapatos, que já estava machucando o meu pé.
-Iremos dormir aqui? - eu perguntei. Quando entramos no carro, eu esperava um hotel... Mas depois que ele revelou o nosso destino, fiquei feliz que ia ser em um lugar especial.
-Não espera que eu volte a Londres agora, né? Senão eu te ponho pra dirigir.
Realmente a minha pergunta tinha sido idiota... Eu comecei a rir.
-Onde dormiremos?
-Mas já quer ir para essa parte? Tão rápido. - ele brincou.
-Deixa de ser bobo.
Ele tirou o terno e começou a subir as escadas e eu o segui.
Chegamos a um quarto lindo. Com uma cama de casal, suite... Apesar de sua beleza ele não era tão grande. Era confortável.
-Isso é o que? A cama dos seus pais? - eu quis saber.
Não me sentiria bem se fosse em uma cama em que os pais dele costumavam dormir. Sei lá, falta de respeito talvez.
-Não, essa cama era minha. Esse quarto era meu.
-Uma cama de casal no seu quarto? Só para você? - perguntei com sarcasmo.
-Não é o que você está pensando, sério. - rimos.
-E o que eu estaria pensando?
-Nunca trouxe nenhuma menina pra cá, quer dizer já vieram meninas aqui mas, nenhuma delas dormiu nessa cama comigo... Aqui. Nenhuma delas dormiu aqui em casa.
Arregalei os olhos e ele percebeu o sentido dos meus pensamentos. Ele estava se enrolando e eu ria enquanto ele tentava explicar.
Mas acabei me senti especial. Então eu ia ser a primeira que ia dormir no quarto com ele.
-Tudo bem, Nathan. Já entendi...
-Mesmo? Desculpa.
-Não importa. Me mostre onde posso toma um banho quente e eu te perdoo. - disse a ele.
A noite tinha ficado bem fria. Não usei seu terno a festa inteira. Mesmo dentro daquela casa, ainda estava gelada.
-Eu também preciso de um. - disse ele tirando sua gravata e camisa.
Eu comecei a me sentir... Quente. Já o tinha visto sem camisa, mas nunca tinha levado para outro tipo de pensamento. Agora era diferente.
Nós estavamos com pensamentos diferentes. Já que era para fazer mesmo...
-Pode me ajudar com o meu vestido?
Ele sorriu e veio andando até mim.
Virei de costas para ele e a medida que ia descendo o zípere e soltando as alças, ele beijava o meu pescoço. Virei de frente para ele, o beijando. A intensidade de nosso beijo foi aumentando...
Ele desceu suas mãos de meu pescoço, passando por meus seios e parando em minha bunda. De repente o senti puxando minhas pernas... Abracei a sua cintura com elas.
Parei o beijo porque senti que ele começou a andar... Se afastando da cama, do quarto.
-Onde estamos indo?
-Tomar banho...
-Mas o banheiro é para lá. - eu disse apontando para o quarto que tinhamos acabado de sair.
-Você vai ver quando chegarmos.
Eu me sentia uma criança sendo carregada, deitei minha cabeça em seu ombro aproveitando para fechar os olhos um pouco. De repente, escutei ele abrir uma porta.
Quando olhei, estavamos dentro de um enorme banheiro. Todo ladrilhado, com uma... Banheira? Sim, tinha uma banheira. Esse devia ser o banheiro principal.
Mas, eu parei para pensar o meu maior sonho sempre foi fazer sexo dentro da banheira. Como ele adivinhou?
-Banheira... Como você sabe? Nunca te contei isso. - eu perguntei a ele.
-Se você é amiga da minha irmã, sabe que...
-Não tem segredos com ela. - eu completei.
-Exatamente. Mas você tem certeza? Banheira é desconfortável, sabia?
-Por que? Você já teve experiências na banheira?
-Jura que você quer discutir isso agora? - ele perguntou meio impaciente.
-Hum... Desculpa. Eu vou pensar.
Ele ligou a água quente me colocou no chão. Eu estava apenas de calcinha e com muito frio.
Ele percebeu que eu esfregava os meus braços na tentativa de me esquentar. Então veio e me abraçou.
-Eu te amo, minha pequena. - ele disse apoiando seu queixo no topo da minha cabeça. Sim, eu era uma pequena perto dele. Porém, ele nunca havia me chamado assim.
-Agora é minha pequena? Você sabe o meu nome? Isso é coisa de homem que tem várias mulheres.
-Eu tenho 3, mas posso te garantir que sei o nome de todas Ana Carolina.
Eu não sabia se reclamava do 3 mulheres ou se achava lindo o meu nome no sotaque dele.
-3 mulheres? - eu tinha que perguntar.
-Minha mãe, Jess e você.
Eu o olhei nos olhos. Havia um brilho diferente neles. Verdes, mais profundos que o oceano, que me deixavam escantada. A olhar triste que ele tinha mais cedo, no jardim, tinha desaparecido.
Eu o beijei. E dessa vez, era só eu e ele.
Fui soltando o sinto de sua calça ao mesmo tempo que ele tentava descer a minha calcinha. Acabou que nos embolamos.
-Calma! Senão não vamos conseguir. - disse a ele.
-Ah, nós vamos sim.
Começamos a rir descontroladamente, nem isso levávamos a sério.
Nota: Oie gente. Ta ai o capítulo que tava (quase) todo mundo esperando... Mas como eu sou má. Ainda enrolei um pouco. hahaha Espero que vocês gostem e não esqueçam de me dizer o que acharam. É importante saber a opinião de vocês. Ou aqui, ou no meu twitter (@anjocaro). Até a próxima gente.
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Eu quero sexo hahahahahaha ta pareii ta perfeita carol amando muito sua fic #Viciada bjs @SrsSykess
ResponderExcluirMas que desespero... Meu deus! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk #Safada
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