terça-feira, 30 de abril de 2013

Capítulo 13 - You got me...


Peguei sua camisa e vesti. Ficava um pouco grande, mas era a unica coisa que tinha para me tampar.
Desci as escadas e escutei pacotes se abrindo na cozinha.
Quando cheguei lá, havia uma mesa de café da manhã pronta e o cheiro estava ótimo.
-Você estragou a minha surpresa. - ele me disse fazendo cara de triste.
-Acredite amor. Já foi uma grande surpresa ver isso tudo na mesa. Pensei que não tivesse comida aqui.
-E não tinha.
Levantei uma das sobrancelhas. A comida não ia brotar no jardim.
Como ele não me explicou, continuei olhando para sua cara, realmente curiosa onde ele havia conseguido...
Ele olhou para mim e riu.
-Eu sou o Nathan Sykes, amor.
-Você foi ao mercado. - disse meio em dúvida.
-Também não. Não teria dado tempo de voltar.
-Eles trouxeram isso para você? Que isso hein... - eu perguntei impressionada.
Ele sorriu.
-Quantos autógrafos você deu para conseguir? - eu quis saber.
-O que uma fan apaixonada não faz por um boooom beijo.
Eu ia colocar a panqueca na boca, parei na mesma hora que ele disse aquilo.
-Mas que cara horrível. A comida não está boa? - ele disse rindo.
Permaneci em silêncio. Olhando para sua cara. Eu sabia o que era uma fan apaixonada... Não condenava isso. Afinal, antes de conhece-lo, eu fui uma delas. Mas beijá-la? E o que ele quis dizer com bom beijo? Ele ia se casar, né?
-Ta me dando medo já. - ele ainda sorria. - O que você está pensando?
-Esperando você me dá um bom motivo para eu não arrancar esse anel do dedo e jogar na sua cara. E me diga que um bom beijo foi no rosto.
-Ciumenta. - ele disse andando na minha direção. - Eu estava brincando, não beijei ninguém.
-Seu sem graça.
-Eu simplesmente paguei um pouquinho mais pelo serviço e pela rapidez. E bem, sou conhecido aqui, né? - ele explicou.
Depois de me controlar, eu finalmente comi a panqueca que eu estava segurando desde que eu entrei na cozinha.
Tomamos um bom café. Depois limpamos tudo.
Parei em frente ao espelho da sala para prender meu cabelo. Quando olhei para o lado, ele estava me olhando de cima a baixo da cozinha.
-O que foi? - quis saber curiosa.
-Nada. Estou só admirando você com a minha blusa.
-Gostou? - eu disse dando umas voltas, provocando - Só estou vestindo ela. Só ela. Não encontrei minha calcinha.
-Que você não a encontre nunca mais. Eu exijo que você ande assim para sempre pela casa.
-Me obrigue! - desafiei.
-Não me provoca hein.
-Ta calor. Você não acha? - eu disse desabotoando o primeiro botão.
-Eu vou te esquentar ainda mais.
Ele veio andando na minha direção e eu comecei a correr. Mas ele parecia um projeto de homem aranha, ou sei lá, ele saltou por cima da mesa que nos separava e ainda pulou o sofá, me alcançando antes que eu pudesse chegar na escada.
-Isso não valeu. Você tem que correr como uma pessoa normal. - eu disse.
-Pessoa normal? - ele disse rindo e parando para pensar.
-É. Não saia pulando por cima das coisas. - disse gesticulando por onde ele havia passado.
-Ta te darei uma vantagem de 5 segundos.
-Só 5? Pelo menos 10.
-10? Em 10 segundos da tempo de você fugir pela janela.
-Eu sou uma pessoa normal.
Ele riu e começou a contar.
Subi a escada correndo e entrei no quarto. Me perguntava o que estavamos fazendo? Pique esconde?
Fiquei atrás da porta e quando ele entrou, pulei em suas costas.
Ele me girou por algumas horas e me jogou na cama.
-Você não pode comigo. - ele disse.
-Ah é? - Eu girei e fiquei por cima dele.
-Não pode. - Ele fez empulso para girar mais uma vez. Mas eu o prendi com toda a minha força. O que causou um efeito, pois continuei por cima.
-Sou eu quem mando! - eu disse beijando seu nariz.
Eu comecei a provoca-lo, já que eu estava "no comando". Mordi sua boca e quando ele veio me beijar, eu recuei.
-Vai me torturar agora?
-Até que você se renda... - brincava.
Comecei a beijar seu pescoço. Ele fez muita força e me girou mais uma vez. Mas nessa hora nós chegamos ao limite da cama e caimos no chão.
Eu tive a sorte de cair por cima dele. Ele bateu com a cabeça tão forte que pude sentir o comodo estremesser.
-Au!
-Ai, Meu Deus. Desculpa. Ta tudo bem? - eu disse com os olhos arregalados.
-Agora eu me rendo. Fui nocauteado. - ele disse com voz de dor, colocando a mão na cabeça.
-Como é? Você o que? Acho que eu não ouvi direito.
-Eu te amo. - ele disse, me beijando.
-Só por que você disse "eu te amo" você acha que vou parar de te torturar? - disse interrompendo o beijo.
-E não vai? - ele disse desabutuando o resto da camisa.
Meu cordão "I love London" caiu para fora da blusa.
Ele o segurou, olhou nos meus olhos e sorriu. Ele sabia que eu nunca havia tirado.
Então o largou e soltou meu cabelo que eu tinha prendido lá embaixo.
-Bem melhor assim. - ele disse.
Sua mão começou a deslizar pelo meu corpo, tirando a camisa que eu vestia e naquela hora foi a segunda vez que ele me teve, não só o meu corpo, mas meu coração e alma. Foi bem mais intenso do que a primeira vez.
E pude sentir que ele me queria de verdade e eu... Me entreguei completamente.


Nota: Hey gente! Mais um episódio hoje e não esqueçam de me dizer a opinião de vocês. ;)
Até o próximo.

Um comentário:

  1. Ahh q lindo o nath e a carol like crianças pela casa ameii bjs @SraSykes

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